Registro fotográfico da manifestação cultural católica, denominada "Procissão do Cristo Morto", que envolve preparação, participação das esculturas "Cristo Crucificado", cuja autoria é desconhecida e "Nossa Senhora das Dores" de Veiga Valle, para as festividades da Semana Santa e seus retornos enquanto museálias para o museu. O processo é realizado em conjunto com a equipe do Museu de Arte Sacra da Boa Morte e comunidade da Cidade de Goiás.
Este registro compreende o período de 15 a 16 de abril de 2022.
A Procissão do Cristo Morto, ou Procissão do Enterro é uma manifestação religiosa católica, precedida pela encenação da Paixão de Cristo, por onde circulam a cidade de Goiás com a escultura de "Cristo Crucificado", autoria desconhecida, por um esquife, em luto. Seguido de irmandades católicas, o canto das anciãs (com véus pretos sobre a cabeça), estandarte de cristo morto, matracas e pela escultura de Nossa Senhora das Dores (Veiga Valle).
Na ocasião, a peça Cristo Crucificado, de autoria desconhecida, é retirada do Museu de Arte Sacra da Boa Morte e tranferido para a igreja, normalmente a Igreja Nossa senhoda D'abadia, sendo este registro na Igreja do Rosário, ambas na cidade de Goiás, para a realização da cerimônia do Canto do Perdão Masculino. A peça é levada ao Quartel do XX para aguardo da próxima cerimônia, junto a escultura de Nossa Senhora das Dores (Veiga Valle), que sai em procissão deste ponto, após o Descendimento da Cruz e início da Procissão do Cristo Morto.
Ao final da cerimônia para a Procissão do Cristo Morto, as imagens são colocadas em altar da Catedral de Sant'anna, para adoração dos fiéis. Todas as peças retornam ao Museu de Arte Sacra da Boa Morte no dia seguinte, enquanto museálias e aguardo do próximo ano de manifestações culturais da Semana Santa.